BH: cidades são aldeias mortas

⦾≈ This I see that my eyes no longer want to see. This is not a jungle that I feel. So why did I come to big city? I asked myself to answer buildings that hide not only the sky but the sun that bones needs. To see lights that have no mysteries and that erase horizons. Cities and so many millions of inhabitants. IDs and avenues. The factory of fear, noise and the crowd. Countless feelings in a thousand everyday events. Energies. That’s all a lot and now that doesn’t match with my little, with my less.

Big cities are dead villages, said a wall from Belo Horizonte.


Isso eu vejo que os meus olhos já não querem ver. Não é essa a selva que eu sinto. Por que, então, esse destino teimoso? Me perguntei pra responder edifícios que escondem não só o céu, mas o sol que pedem os ossos. Pra ver luzes que não têm mistérios e que apagam horizontes.

Cidades e tantos milhões de habitantes. CPFs e avenidas. A fábrica do medo, do ruído e da multidão. Inumeráveis sentimentos em mil acontecimentos cotidianos. Energias. Tudo muito no agora que não combina com o meu pouco, com o meu menos.

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Cidades são aldeias mortas, disse um muro de Beagá.

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Um comentário sobre “BH: cidades são aldeias mortas

  1. Apesar de ter outro sentimento em relação às cidades, uma vez que fico embasbacado com as luzes e os concertos das urbes, achei seu pensamento convidativo a uma reflexão!
    Abraço s

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