O poder do Grindr na vida da gay viajante

⦾≈ Nowadays, thanks to the internet, there are several digital platforms that facilitate the life of a traveler. Couchsurfing, Workaway, WWOOF, Upwork, Meal Sharing and so on. However, we realized that Grindr has helped us as much as the essential kit. Apart from dating & sexual experiences, the application can bring interesting opportunities to meet all types of people (guys, actually). In the period that we’ve been backpacking, we have been tour guides (and tour guided), we’ve got freelance, free hosting, weed and have accumulated good friends. That’s why we decreed Grindr as a digital tools that simplify the life of those who travel.


Hoje, graças à internet, são diversas as plataformas digitais que facilitam a vida de uma pessoa que viaja. O Couchsurfing para hospedar e conhecer pessoas locais, o Workaway e o WWOOF para trabalhos voluntários, o Upwork para freelancers remunerados e o Meal Sharing para compartilhar refeições caseiras. Essas são algumas das quais utilizamos e agradecemos a existência.

No entanto, percebemos que o Grindr tem ajudado tanto quanto esses sites todos. A parte de ser o banheirão, a sauna ou o bate-papo UOL desses nossos tempos atuais, o aplicativo pode trazer oportunidades interessantes além das sexuais, que vão desde conhecer pessoas até a compra de droguinhas. Por isso, pensamos que essa também pode ser uma ferramenta poderosa para quem sai a viajar.

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A recordar de forma linear através da rota da nossa viagem, lembramos da vez em que conhecemos um tipo que nos queria apenas como guias turístico. Isso foi em Baños, no Equador. Sem querer algo em troca levamos ele para conhecer a cidade e pontos de interesse, mas ele insistia em pagar tudo, inclusive comida e bebedeira de bar. Quem não gosta?

Conhecemos em Lima um casal também relação não monogâmica e eles são nossos clientes até hoje. Na verdade são amigos de um querer gigante, que vez em quando enviam demandas de design gráfico para as mídias digitais da empresa de produtos orgânicos deles.

Em San Pedro de Atacama encontramos um menino que queria apenas conhecer estrangeiros e companhia para pedalar pelo deserto. Hoje ele é um dos nossos melhores amigos chilenos e inclusive já nos encontramos em Santiago uma vez e ele veio nos visitar em Valparaíso num outro momento.

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Na Patagônia argentina tivemos uma casa todinha para nós, durante uma semana, graças a um chico que conhecemos pelo Grindr. Ele alugava pelo Airbnb, mas nos ofereceu hospedagem grátis depois de ler o blog e conhecer nossa história. Contato corporal nunca houve, só amizade e aconchego mesmo.

Já conseguimos também trabalho voluntário, alojamento e informações sobre festas e rituais. O programa também já nos serviu quando a erva acabou e a vontade de fumar era grande, além é claro, de ajudar e muito na satisfação dos nossos desejos. Logo, decretamos aqui o poder do Grindr e o incluimos em nossa lista de ferramentas digitais que simplificam a vida de quem viaja.

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2 comentários sobre “O poder do Grindr na vida da gay viajante

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