El Bolsón: Patagônia hippie & queer

⦾≈ El Bolsón, magical and natural. This is how the most hippie village in Patagonia defends itself in words. Since the 1970s, with the immigration of hippies to town, there has been a huge movement that values natural and organic methods of living, the contact with nature and the native people. This reflects on how the city is nowadays: a small town of 40 thousand inhabitants with many yoga schools, therapy spaces, natural products stores, cultural centers, artisans and many vegetable gardens. The fertile land, plus the quest for a better quality of life, makes El Bolsón a place that is almost self-sufficient due to its artisan production. If you are in the city, be sure to trek through Cerro Piltriquitrón and Cajón del Azul and visit Lake Puelo. The Regional Fair is just more of the same in crafts and hippie art.


El Bolsón, mágico e natural. Assim defende-se o pueblo mais hippie da Patagônia argentina. Desde os anos 70, com a imigração dos hippies para cá, pairou um movimento cultural na cidade que valoriza métodos naturais e orgânicos de seguir a vida, o contato com a natureza e a defesa dos povos originários.

Hoje, o que vimos foi uma pequena cidade de 40 mil habitantes com muitas escolas de yoga, espaços de terapias, lojas de produtos naturais, bicicletas, centros culturais, artesãos e muita horta na casa das pessoas. Falando nisso, a terra fértil, em junção dessa busca por mais qualidade de vida, faz de El Bolsón um lugar quase que autosuficiente devido a produção artesanal.

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Em El Bolsón, passamos quinze dias acampando em baixo de um bosque de cerejeiras, na chácara do Simón. Conhecemos essa bicha politizada, maconheira e toda queer graças ao Javi e Diego, amigos que conhecemos em Bariloche e que vieram para fazer a ponte dos contatos. Foi interessantíssimo conhecer uma figura como ele.

Conseguimos sugar sua biblioteca feminista & queer, além de conhecer histórias interessantes de trans e drag king del pueblo. El Bolsón é famoso pelo Festival de la Diversidad, uma vez que representa a festa do ativismo na região da Patagônia. Bom, só falou ele se montar para nós, mas eram dias corridos de marchas contra Laderas, um projeto de urbanização ilegal nas montanhas ao redor.

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A parte de ficar no campo bem à toa, fumando, comendo da própria horta, lendo livros, e discutindo, conseguimos fazer dois trekking durante essas duas semanas. Subimos o Cerro Piltriquitrón, com quase dois mil metros e meio em quatro horas de subida. No refúgio da montanha acampamos para conseguir fazer todo e ir até o topo.

Fomos também para o Cajón del Azul até o refúgio La Playita. Um recorrido em conjunto com o Diego e Javi, por entre bosques altíssimos de ciprestes e coihues; além da primavera patagônica que já grita diante azuis e verdes celestes do Río Azul. Visitamos a Feira Regional e até vimos algo interessante, mas no geral é mais do mesmo em artesanato.

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Faltou ir até Hielo Azul e Lago Puelo, este último inclusive desistimos no caminho porque julgamos um absurdo pagar 130 pesos para estar em um lago. Mas, ouvimos muito sobre o primeiro ponto e que vale muito fazer a caminhada para chegar ao glacial.

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2 comentários sobre “El Bolsón: Patagônia hippie & queer

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