Araucanía: entre Pucón e Lican Ray

⦾≈ We’re loving the south of Chile and the natural landscapes of the region. This time we were in the Araucanía, and we had beautiful days of trekking by Huerquehue National Park and the Salto del Claro in Pucón. In Lican Ray, we were lucky to be with our friends Dani Algo (author of the illustrations in this post), Cristobal and Micsi, enjoying too much alcohol and feeling the nature on the shores of the Lake Calafquén and the Villarica volcano as the background of the whole scenery.


Estamos amando o sul do Chile e os ponteiros indicam dificuldades para sair desse país. Depois de quase cinco meses em Valparaíso, na mais pura basura, chegou o momento verde e água para entregar fotografias leves e bonitas aos olhos. Um universo físico de paisagens naturais para essa nova fase da viagem. Mais ligeira e sem estadias largas.

Depois de Valdivia, na Región de Los Ríos, seguimos para Lican Ray e Pucón, en la Araucanía. Como o próprio nome já diz, o departamento é cheio de bosques de araucária; e também rios, cachoeiras, vulcões e parques nacionais.

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Outra atração especial foi poder rever e estar com amigos feitos em Valparaíso-Santiago. Isso é o que mais amamos do Chile, as pessoas que ocupamos. Parece uma grande família e não importa a cidade em que estamos sempre haverá um membro por lá, porque todos fazem parte do mesmo círculo.

Em Lican Ray ficamos na casa dos pais do Dani Algo, amigo de Santiago que conhecemos pelas noites de Valpo. Inclusive é ele o autor das ilustrações dessa publicação com referências da região. Depois chegou o Krztvl, o amor chileno do Diego, e por fim a Micsi, amiga do Dani que amamos conhecer. Tudo artistas, tudo lindeza, puta, viado e travesti.

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Passávamos boa parte do tempo à beira do Lago Calafquén. É um pueblito de pouco mais de dois mil habitantes, então beber, fumar e nadar pelas praias, buscar a melhor vista do vulcão Villarica e caminhar pelos bosques é o que há.

Em Pucón, fomos juntos ao Parque Nacional Huerquehue (em mapuche quer dizer lugar de mensageiros). Foi um trekking de mais ou menos duas horas e meia e um dos mais pesados que já fizemos, porque havia muita lama e a subida bem íngreme. Mas, valeu pelas hermosas vistas das montanhas com neve e dos lagos Toro, Verde, Chico e Tinquilco. 

Também em Pucón, fomos só nós dois fazer um trekking para chegar a cachoeira Salto del Claro. A cidade tem muitas cascatas e decidimos ir nessa porque não é muito turística e o caminho é uma mescla de campo e bosques. Claro que a gente se perdeu e uma rota que deveria durar mais ou menos duas horas, fizemos em mais de três.

Faltou conhecer o Ojos de Caburgua, os poços de água de cor azul florescente. Estávamos tão cansados dos dias de longas caminhadas que não aguentamos fazer esse. Por outro lado, tivemos a sorte de ganhar um dia grátis em uma das milhões de termas da cidade, graças a tia de um amigo. Passamos lindo, passamos rico.

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