Valdivia: por entre bosques, chuva e bruxas

⦾≈ When we arrive somewhere new, our first impressions of the city often lead us to a cinematic world. And Valdivia could totally be a Chilean version of Salem. The city has a collection of houses that seems to have belonged to witches of past centuries, coming precisely from Germany, to establish themselves through the woods and rivers of the southern rainy temperate climate that make up the local geography. Apart of that, Valdivia has an important cultural legacy. It’s a city that promotes many festivals. In addition, it’s the capital is Chilean brewery capital. Be sure to visit the River Market, the Botanical Garden, the Prochelle Park, the Museum of Contemporary Art and the Oncol Park. If you’re in town in October, be sure to enjoy the Festival Internacional de Cine de Valdivia.


Chuva, casas de bruxas, baile das águas. Bosques e parques que fariam da cidade uma máxima verde, não fosse o cinza mescla de luto céu. Vento frio, cerveja preta e barcos que gingam silenciosamente à costaneira. Os berros dos lobos marinhos e o caminhar rápido por entre a ponte que divide a cidade. A lua no céu que se desmancha no rio.

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Nossas primeiras impressões de um lugar quase sempre nos levam a uma referência cinematográficaValdivia bem nos pareceu uma Salem chilena. Isso porque a cidade tem mesmo uma coleção de casas que pareciam pertencer à feiticeiras de séculos passados vindas precisamente da Alemanha para instalarem-se por entre os bosques e rios que compõem a geografia local. Num sul de clima temperado chuvoso, que antecede a Patagônia.

A parte de toda beleza de patrimônio natural, Valdivia tem um legado cultural importante. É uma cidade que promove muitos festivais. Chegamos justo para o Festival Internacional de Cine e a Fiesta de la Cerveza. Isso que recém havia terminado a Feria de Libro e em dezembro vem o Fluvial, o festival de música. Aí tem a arquitetura da cidade que mescla antigos casarões alemães e uma linhagem robusta e moderna que até lembra o bauhaus.

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Valdivia é capital cervejeira, boêmia e universitária; e dentro da Universidad Austral de Chile fica um dos lugares mais bonitos, o Jardín Botánico. Tem também o Parque Prochelle, que fica às margens do Río Valdivia e forma um complexo com museos e galerias de arte, inclusive o Museo de Arte Contemporáneo, que nós visitamos. Dos bares, conhecemos o El Growler e o La Ultima Frontera. 

Foram cinco dias muito bem aproveitados na Salem chilena. Até o show de uma das nossas bandas chilenas favoritas, a Miss Garrison, conseguimos ver. Desfrutamos tudo isso na doce companhia da Dinelis, que escrevemos por Couchsurfing e nos aceitou cheia de amor e coincidentemente é muy amiga de Jko Sanchéz, nosso eterno weon.

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3 comentários sobre “Valdivia: por entre bosques, chuva e bruxas

    1. Oi, Elisete. Essa foi uma leitura nossa sobre a cidade. Isso pelo clima frio e chuvoso, os casarões antigos abandonados e tomados por plantas, as belas grisalhas senhoras que víamos pelas ruas. Mas, existe um lugar no Chile onde a bruxaria realmente existiu e teve um peso na sociedade. Isso foi em Chiloé e nós também visitamos esse lugar mágico. Olha só: http://wp.me/p6ggqN-2Xe.

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