Santiago: ordem e concreto na capital do Chile

⦾≈ We spent two weeks in Santiago. Two weeks that could had been pure leisure for the cold and rainy weather, but we were thirsty of culture and nightlife, so we took our way to the underground clubs and the free museums. To whip our hairs we headed to Mamba, where we checked Matanza’s and Lizz’s live DJ sets. And to amaze our brains, we visited the exhibits of Centro Cultural La Moneda, Museo de Arte Contemporaneo (MAC), Museo de Bellas Artes, Centro Cultural Matucana 100 and the wonderful Museo de la Memoria y los Derechos Humanos, dedicated to the history and the victims of the military dictatorship. We took an afternoon to walk by Bella Vista, the bohemian district, to appreciate urban art and beer.


Foram duas semanas em Santiago. Duas semanas que poderiam ter sido puro ócio, não fosse o anseio de chegar logo à cidade para bater cabelo, visitar museus e rever amigos. Motivos que, por vez, nos fez abandonar o delicioso combo frio-cobertor-comida-filmes. Poxa, estávamos em uma casa com mãe e avó presentes. De corpo, alma e refeição. Era de se aproveitar o momento de cantinho e agrado familiar. Além disso, trata-se de uma capital, ou seja, tudo e nada. Muita coisa para se fazer e você não faz nada. Assim, os dias preguiçosos na capital do Chile foram para hibernar e bater de leve as perninhas.

A sequência dos acontecimentos podem começar pela fritação. Nosso lugar em Santiago foi o Mamba, o tipo de boate que a gente ama, que não é nem gay, nem hétero, é o que você quiser que seja. Só dance, amigo. Pois bem, e em dois fins de semana seguidos foram artistas que gostamos muito. Primeiro, Matanza, com etno eletrônico, para elas viajarem longe e longe, e depois, Lizz, com trap, para tombar o cu no chão. Ambos chilenos e tudo entrada grátis ♡♡♡.

Além de festar em Bella Vista, o bairro boêmio das boates, fomos lá para passear pelos muros grafitados. Daí, caminhando mais ao centro, estão os principais museus da cidade e Visitamos o La Moneda, o Museo de Arte Contemporáneo (MAC), o Bellas Artes, o Matucana 100 e o maravilhoso Museo de la Memoria y los Derechos Humanos, todo dedicado à história e às vítimas da ditadura militar.

Bom, conhecemos algumas pessoas aí, mas o mais importante é que conseguimos rever amigos, adquiridos ao longo da viagem. Primeiro a Fany, que conhecemos em Cochabamba. Ela foi quem nos recebeu em Santiago para nos dar casa e agregar à família. Aí teve o Marcial e o Diego, essas weonas maravilhosas e super tiernis que conhecemos em San Pedro de Atacama. Por fim, Jko Sanchéz! OWN! El weon malo y fantastico que vivimos juntos na Colômbia e que nos enche de tatuagens.

O que ilustra esses dias são imagens que concretizam nossos pensamentos sobre Santiago, essa metrópole moderna, avançada, charmosa e força maior do país mais capitalista e americanizado da Sudamérica. Não, isso não é uma crítica. Eles mesmo sabem disso e tudo é tão perceptível na estética da coisa; em como são as ruas, os negócios, o modo de vida. Aí tem a sombra da ditatura (que no Chile seguiu até 1990), que cobre o jeito “correto” de levar a vida, a ordem, alguns preconceitos e a frieza.

 

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