Bolívia: do Salar do Uyuni até o Atacama

⦾≈ Uyuni, atrium for one of the most divine and fascinating formations involving the Cordillera de los Andes. A region that displays a majestic diverse geography. Life, death and glorious beauty in one place. Salar, flamingos, cactus islands, hot springs, canyons, geysers, ghost towns, mountains and colorful lakes. An all naturally organised and harmonic organism. A true cosmos.
We follow our transcendental idealism, and from the Salar de Uyuni, traveled three days in this magical territory up to San Pedro de Atacama. Days of complete disposal, devoted looks and sacred thoughts. Each sunrise preached in the chest the landscapes lived and the hours spent there.


Uyuni, átrio para uma das formações mais divinas e fascinantes que envolvem a Cordillera de los Andes. Uma região que exibe sua geografia diversa de maneira enérgica e majestosa. Uma imensa obra de imaginação surrealista composta por paisagens tão reais, que te faz duvidar dos caprichos da natureza.

É muita vida, morte e beleza gloriosa em um só lugar. Salar, flamingos, ilhas de cactus, termais,  cânions, vicuñas, gêisers, lítio, trens, povoados fantasmas, montanhas e lagos coloridos. Todo um organismo naturalmente ordenado e harmonioso. Um verdadeiro cosmos.

Seguimos nosso idealismo transcendental e, a partir do Salar de Uyuni, percorremos três dias desse território mágico até chegar a San Pedro de Atacama. Foram dias de completa disposição, olhares devotos e pensamentos sagrados. Cada nascer do sol pregava no peito os cenários vividos e as horas seguidas.

Dessa forma exaltamos o tour Salar do Uyuni, que vai além da visita ao maior deserto de sal do mundo, mas que eles preferem chamar assim todo o recorrido. Nós contratamos o de três dias exatamente pelo desejo de ver mais e ainda chegar ao Chile rasgando maravilhosos panos de fundo.

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No primeiro dia visitamos o pingente de bronze do pueblo de Uyuni que é o cemitério de trens. A cidade foi o primeiro lugar da Bolívia onde se ouviu o apito de um trem e por lá, em 1899, se estendeu a primeira linha ferroviária do país. Com o declínio da exploração da prata na região, o que restou foi um deserto repleto de máquinas oxidadas.

A próxima parada é o pueblito de Colchani, para conhecer o museu e algumas esculturas e  artesanatos feito de sal. Não é muito interessante. Mas, logo em seguida, vem o belo deserto. São 10.582 km² de solo branquinho, quase numa conjuntura de octágonos, que mais parece vidro ao pisar.

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Aí, em meio àquela coloração branca, há uma ilha gigante de cactus, chamada de Isla del Pescado. Além disso, contornam o salar várias montanhas e vulcões. Inclusive, fizemos uma parada diante dessas montanhas para ver o pôr do sol e a constante mudança de cores do céu. Depois, seguimos para o hotel de sal, onde passamos nossa primeira noite.

No segundo dia, que começa às 6h, também percorremos um trecho do Salar de Uyuni. Em seguida passamos pelo Salar Chiguana, que vai se transformando num deserto mais arenoso. Chegamos a San Juan, um povoado meio fantasma, no meio do deserto, que parece receber vida apenas quando o trem passa. Ao redores desse pueblo se avista o vulcão Ollagüe.

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Logo mais paramos em uns cânions e paredões rochosos. Depois, caminhamos por entre as lagunas Cañapa e Hedionda e almoçamos nesta última. Aí seguimos para o enigmático deserto Siloli, que une as cores  do solo junto das montanhas. Por fim, chegamos a exuberante Laguna Colorada, de águas vermelhas e flamingos rosas. Dormimos em um hostel à beira da lagoa, que fica dentro da Reserva Natural Eduardo Avaroa. 

O terceiro dia é o menos proveitoso de todos. Começamos pelos gêisers, mas devido ao atraso do motorista sonolento ficamos poucos minutos por entre as fumaças que saem do solo. Logo mais fomos para as deliciosas águas termais. Mas, por motivos de pressa, fomos levados, por volta das 11h30, para a fronteira com o Chile. Nos sentimos lesados,  embora a psicodelia substancial seguisse até o nosso destino final, o Atacama.


Informações importantes

  • Pagamos 600 Bs casa pelo tour de três dias (R$ 325). O tour inclui transporte para todos os pontos, três refeições diárias e hospedagem;
  • Fomos com a Crystal Tours e não recomendamos. São gentis, a comida que oferecem é gostosa, mas o motorista dirigia sonolento, não era pontual e não dizia nada sobre os lugares. Também deixamos de ver alguns pontos interessantes na qual prometem te levar;
  • Há milhares de agências de turismo em Uyuni. Não se deixe levar pelos urubus que te atacam assim que você desce do ônibus. Chegue com calma e pesquise muito antes de contratar os serviços;
  • É preciso pagar 10 Bs (R$ 5) para tomar banho no hotel de sal. Tomadas para carregar baterias, de graça, só no primeiro dia. No segundo, o uso vale 5 Bs (R$ 2,70);
  • Leve água, papel higiênico, protetor solar e bastante agasalhos;
  • Pagamos mais 50 Bs (R$ 27) para o translado até San Pedro de Atacama.
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4 comentários sobre “Bolívia: do Salar do Uyuni até o Atacama

  1. Saudades de vocês!!! Que belíssimas fotos!! Parabéns!!! Lindossss, adorei!! Quanto às agências, é mesmo sorte ter um guia que realmente explique os lugares que passamos, o nosso também era caladão 😦
    Xeruuuuu!!

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