Sucre: a colonial e açucarada capital da Bolívia

⦾≈ Sucre is a candy town, named white, but very full of colors. That’s because the streets are adorned by candy sellers, colorful 90s Japanese buses and cholitas selling fruit and juices every corner. Sucre is Bolivia’s ciudad blanca and, therefore, is considered the most charming city in the country. Here you can visit the wonderful National Museum of Ethnography and Folklore y Casa de La Libertad, spend hours in the Plaza 25 de Mayo and delight yourself with the Central Market’s food. Speaking of which, do not forget to taste the delicious salteñas and hojarascas. However, if you are thinking of buying crafts and typical Bolivian ponchos, don’t do it in Sucre because here the prices are way more expensive than the ones you’re gonna find for the same stuff in La Paz and Cochabamba.


 

Sucre é uma cidade açucarada, nomeada branca, mas muito cheia de cores. Isso porque as ruas da cidade são enfeitadas por vendedoras de doces, ônibus japoneses coloridos dos anos 90 e cholitas que vendem frutas e sucos a cada esquina. Sucre é a ciudad blanca da Bolívia e, por esse motivo, seja considerada a cidade mais charmosa do país.

Viemos para a capital constitucional da Bolívia (país de duas capitais) a fim de encontrar nossa amiga Kaká, que a partir de agora viajará conosco por algum tempo. Como esse foi nosso motivo maior, estivemos apenas dois dias em Sucre. Uma passagem rápida só para passar os olhos e caminhar pelas envolventes ruas da cidade.

Deixamos de lado os museus. Já havíamos visto o Museo Nacional de Etnografía y Folklore de La Paz e a Casa de La Libertad até nos chamou a atenção, mas preferimos economizar. Assim, gastamos horas pela Plaza 25 de Mayo, pelas ruas da Recoleta e pelos corredores do Mercado Central. Admiramos a quantidade de cafeterias, as garis e seus uniformes em padrão chola e os dizeres dos muros.  Não visitamos igrejas, mas para quem gosta, só no centro há dezesseis delas.

No entanto, não deixamos de provar delicinhas da região. Almoçamos mondongo, que é carne de porco ao molho picante acompanhada de choclo/maíz pelada (um milho gigante e cremoso), comemos muitas salteñas e as deliciosas hojarascas, que parece um alfajor de massa de pastel recheado com muito doce de leite.

Outra coisa que fizemos foi acompanhar a Kaká nas compras dos ponchos, gorros e artesanatos. Foi bom para perceber que Sucre é muito mais cara que qualquer outra cidade da Bolívia. Inclusive o câmbio de moedas é pior. Portanto, não deixe para comprar e nem trocar dinheiro na cidade. La Paz e Cochabamba tem preços melhores. 

 

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2 comentários sobre “Sucre: a colonial e açucarada capital da Bolívia

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