Janajpacha: a comunidade xamânica de Cochabamba

⦾≈ Janajpacha is a word in quechua for paradise. Janajpacha is also an ecologic shamanic community idealised by Chamalú, a man who since his youth travels the world to discover and then teach about traditional and ancestral knowledge. A master, a wizard, a shaman. The most interesting of this community ubicated in Quillacollo, Cochabamba, is that besides the structures follows indigenous customs, it also upholds current knowledge related to the freedom of the individual, especially related to matters of the body, health, food, women empowerment and non monogamous relationship arrangements. We spent fifteen days here and did a bit of everything. We worked gardening, cooking, cleaning, photographing and proposed a new brand identity.


Janajpacha é uma palavra que em quechua significa paraíso. Janajpacha é também a  comunidade xamânica ecológica construída por Chamalú, um homem que desde a juventude percorre o mundo a conhecer e ensinar culturas tradicionais e saberes ancestrais. Um mestre, um bruxo, um xamã. O que você quer que seja. Bom, não o conhecemos. Ele vive participando de conferências mundo a fora.

“Cada vez existe menos conocimiento indígena sin contaminar, sabemos de la urgencia de descolonizar el conocimiento y de que para ello es preciso anclarse en las matrices del saber ancestral y de las cosmovisiones originarias.”

“Quiero recordarle a la mujer que es poderosa, que sólo precisa perforar su miedo, ocupar su lugar y reconquistar la vida. La mujer está aquí para, luego de despertarse, enlazar mundos. La mujer tiene la llave para abrir otras puertas, la mujer es la llave. Lo femenino es volcánico y tempestuoso.”

O mais interessante dessa comunidade, que fica em Quillacollo/Cochabamba, é que, além da estrutura física e comportamental seguirem costumes indígenas, também defende saberes atuais ligados à liberdade do indivíduo, principalmente em relação ao corpo, terapias, alimentação, poder da mulher e relacionamentos não monogâmicos. Ademais, a comunidade é um sítio gigante com muitas árvores, duchas e saunas solares, casas em formatos das qollqas incas e outras que parecem obras de Gaudi.

Aqui se recebe voluntariados frequentemente para as mais diversas atividades. Há trabalhos com horta, cozinha, tradução dos livros do Chamalú, marketing e tudo mais. Nós passamos quinze dias aqui e fizemos de tudo um pouco. Trabalhamos com limpeza do gramado, cozinhamos, limpamos, fizemos fotos e uma proposta de marca. No mais, desfrutamos das delícias de aprender mais sobre dar e receber, de tomar sol pelado, sentir cheiro das ervas plantadas, praticar yoga, estudar com os livros que nos emprestam e com as pessoas que por aqui passam.

 

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7 comentários sobre “Janajpacha: a comunidade xamânica de Cochabamba

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