Trujillo: las ruinas de Chan Chan

⦾≈ We went to Trujillo to get to know the ruins of Chan Chan, a pre-Columbian archaeological site of the ancient Chimu Kingdom. The city, with the original length of 20 km, is considered the biggest adobe city of the Americas and so declared World Heritage Site by UNESCO. Nowadays, it is possible to visit the ruins of this city in a circuit divided into four points. You pay for a ticket that is valid for two days and all the points.

First, we went to ciudadela of Nik An, located on the road toward the most famous beach in the region, Huanchaco. Then, there is the Museo Chan Chan, located on the same road next to the Nik An. The Huaca La Esmeralda is not really worth visiting because it’s a dull part of the ruins in the middle of the city. Unfortunately, we didn’t have time to visit the last and most interesting point, the Huaca Arco-Iris, because it closes at 4pm and we didn’t reach the time to get there and we had to go back to Pacasmayo. Sad.


Descemos para Trujillo, a 100 km de Pacasmayo, para conhecer as ruínas de Chan Chan, um sítio arqueológico pré-colombiano do antigo Reino Chimú. A cidade, de extensão original de 20 km, é considerada a cidade de adobe mais grande das Américas e por isso declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Chan Chan em quingnam (idioma originário da costa norte do Peru) significa Sol Sol. O nome é referência a forte exposição ao sol que suportava os povos da região. Outra característica da cidade é a organização, que era feita de acordo com condições econômicas e segue perfeitamente orientações de norte e sul, setores administrativos e comunal.

Hoje, o recorrido para conhecer as ruínas é divido em quatro pontos diferentes da cidade de Trujillo. Você paga por um boleto com validade de dois dias, que contém os tickets para visitar todos eles, alguns dentro da cidade e outros mais afastados.

Primeiro fomos a ciudadela de Nik An, que na estrada em direção a praia mais famosa da região, a Huanchaco. Aí tem o Museo Chan Chan, que fica quase ao lado da Nik An e é legalzinho, mas mal cuidado. Depois tem a Huaca La Esmeralda, que não vale a pena visitar, porque é uma parte sem graça das ruínas no meio da cidade.

A última, la Huaca Arco-Iris, é a mais interessante, por causa dos desenhos e grandeza da ciudadela, mas adivinha? Não conseguimos visitar porque fechava às 16h e gastamos todo o dia vendo os outros. Até pensamos em dormir em Trujillo para no outro dia fazer esse recorrido, mas seria demasiado dinheiro gasto. Também estávamos putos e cansados por nos perder na cidade (peruanos são famosos por te indicar direções erradas) que só queríamos voltar para Pacasmayo logo.

Bom, no fim de tudo a descoberta mais legal desse passeio foi a do perro peruano (ou perro inca), que são sem pelos e muito comum nessas regiões de sítios arqueológicos.  É a versão cachorro do sphynx nesse Egito latino-americano chamado Peru.

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3 comentários sobre “Trujillo: las ruinas de Chan Chan

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