Armero: ruínas de um pueblo fantasma

⦾≈ We said goodbye to Medellin and our first stop was in Armero, a town that actually doesn’t exist, except for its ruins and some rice farms. The story of Armero is really sick. In 1985, this small town that was famous for its cotton production, was hit by the second largest volcanic eruption of the century. An avalanche of mud, dirt and debris produced by the Nevado del Ruiz volcano took everyone by surprise during the night and killed 25 thousand people (it had around 30 thousand inhabitants). What remains now are the ruins of a thriving town shrouded by the vegetation that grew during the years resulting in a beautiful ghost town/cemetery.


Armero, um lugar de almas. Escombros e uma energia mágica diante de uma história triste, um desastre natural. Em 1985, este pequeno povoado foi atingido pela segunda maior erupção vulcânica do século. Um avalanche de lodo e terra produzida pelo vulcão Nevado del Ruiz chegou de surpresa durante a noite e 25 mil pessoas foram mortas. A cidade tinha em torno de 30 mil habitantes.

Os poucos sobreviventes dessa catástrofe se foram para as pequenas cidades ao lado, Líbano e Mariquita. O que restaram foram os destroços de um pueblo próspero encobertos pela vegetação, que hoje resulta em um lindo cemitério-bosque-ruínas.

Chegamos aqui por pura casualidade; de carona com a Tura, amiga do Lou, o tio de Santa Elena. Os dois nos propuseram alguns dias numa fazenda que possuem juntos e que, para nossa sorte e surpresa, fica ao lado dos restos de Armero. Portanto, nos despedimos de Medellín, onde vivemos por quase dois meses, e descemos para a região mais campestre da Colômbia, no centro do país.

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4 comentários sobre “Armero: ruínas de um pueblo fantasma

  1. Historia tragica de una avalancha de lodo hirviendo que los iba quemando. Buenisimas fotos, armero fue declarado campo santo por todos los cuerpos que quedaron enterrados y era imposible rescatar. Algunos permanecieron dias atrapados entre el lodo y la superficie esperando que los rescataran, pero la muerte llego primero.

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