Fazendo as pazes em La Macarena

(Diego)

Depois da briga pelas andanças por Chapinero atrás de bar, seguimos o silêncio e não houve diálogo entre nós. Tanto que decidimos, sem comunicação, fazer o passeio do dia separados. O engraçado disso tudo é que no fim da tarde nos encontramos casualmente em frente ao Museo Nacional. Mas, antes disso vivemos muitas coisas boas longe um do outro. Distância faz bem, mas às vezes a gente esquece.

Bairro La Macarena

Um baseado dessa coisa louca creepy, uma caminhada pelo centro, um prato de arroz com feijão. Era um desses restaurantes qualquer e dividi a mesa com uma senhora de nome Bárbara. Conversas e coxas de frango frito que animam seu dia e te fazem perceber a simplicidade da vida.

Depois, as ruas de La Macarena, a Cinemateca,  o Parque La Independencia.  Então, o Museo Nacional, onde sem mais sem menos, Eduardo. As pazes, um abraço. Visitamos o museu e seguimos para o Origami Café e depois o Bardo Teatro. A decoração de bonecas trouxas, bonecas do mal.  Uma coisa desmembrada, máscaras, formas estranhas e algo ‘pegou fogo na coleção do Kubrick’.

 


(Eduardo falando)

A gente não tinha saído separados aqui ainda. O Diego é quem sempre pede informações porque ele tem espanhol mais fluente e está fases na frente de mim na desinibição social, mas acordei cedo e decidi que precisava explorar a cidade sozinho. Só vi a direção pra onde ficava o Museu de Arte Moderna, no bairro La Macarena, e fui caminhando com o intuito de me perder. Acabei num parque enorme (o La Independencia), que tem um monte de coisas culturais ao redor:  o Planetário, a Biblioteca Nacional, O MamBo (Museu de Arte Moderna), a Arena de Toros Santamaría e o Museu Nacional. Fiz a coisa toda.

Um date comigo mesmo no La Juguetería

Andei mais adiante pelo bairro, e encontrei uma região cheia de restaurantes. Numa esquina estava o La Juguetería, um restaurante temático que parece uma loja de brinquedos. Comi arepas e fiz xixi num caixão.
Depois de lá fui até a Cinemateca Distrital (tá rolando festival de cinema queer), mas não tinha sessão naquela hora e aí fui até o Museu Nacional. Encontrei Diego lá, sem querer querendo.


Por fim, decidimos que chegou a hora de partir de Bogotá.
Queremos calor e sol na pele.

Achados e perdidos

Anúncios

Um comentário sobre “Fazendo as pazes em La Macarena

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s